sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fim dos tempos !



São claros os sinas que estamos na fase final deste planeta. Infelizmente, o materialismo superou o espiritualismo. O homem quer saber apenas de ganhar dinheiro, poder, sair em busca do ouro perdido, sem se preocupar com o próximo. Se pegarmos a Bíblia ou qualquer outra religião, podemos ver que todas têm a mesma opinião. O mundo está literalmente perdido. Estamos em uma fase de perturbação como nunca vimos anteriormente. E aí? Vamos culpar Deus? Claro que não ... Ele não é capaz de destruir este belo planeta. Somos nós que estamos acabando com ele. Vamos aos fatos. AQUECIMENTO GLOBAL - Os noticiários de TV, rádio, internet, etc, estão dando uma atenção nunca vista sobre este tema. E vocês estão vendo que tudo está acontecendo. As regiões litorâneas do mundo correm grande risco, o calor está insuportável, o frio também em outras regiões do mundo. Quem é o culpado? NÓS!!!VIOLÊNCIA - Não podemos sacrificar a cidade do Rio de Janeiro como sendo a grande vilã deste processo de violência no Brasil. São todas elas ... o Rio tem todo um charme que a torna um ponto de referência, mas existem problemas políticos que sobressaem e evitam certas decisões que poderiam amenizar o sofrimento dos inocentes E também, vale a pena observar que a violência está ocorrendo em todo o mundo - lembremos do massacre nos Estados Unidos dentro da universidade.. Bom, vamos aos fatos: na Bíblia está escrito que nos últimos dias, pai mataria filho, filho mataria mãe, irmão mataria irmã ... enfim, tudo que está ocorrendo hoje. Estamos em um ciclo sem fim. Um ciclo de muito sofrimento, dor e mortes ...
MUDANÇA DE COMPORTAMENTO - As pessoas estão agitadas, nervosas, estressadas ... a energia do mundo está terrível. O que causa isto? A falta de fé está levando as pessoas a este comportamento. Promiscuidade ao extremo, roubos, insegurança ... enfim, tudo de ruim.
TECNOLOGIA - Estamos atravessando um momento muito estranho ... bem, vamos analisar: porque gastamos tanto dinheiro em explorar outros planetas se o mundo está morrendo de fome? A globalização está levando o mundo a um grande caos - os países ricos cada vez mais ricos e os pobres ... caem em um grande buraco sem fim. Nos últimos dias, as religiões apontam para isto ... clonagem, marca da besta, etc.
GUERRAS - Existem guerras acontecendo neste mundinho ... na África, Iraque, etc. Meu Deus! Onde vamos parar? Porque esta violência toda? Falta de fé ... e problemas religiosos estão afetando o mundo e causando problemas graves ... problemas e interesses políticos também. Os americanos invadiram o Iraque devido ao petróleo ... e qual será a próxima vítima?
O que nos resta a fazer? Orai e vigiai ... apenas isto. Creio que esta é a separação do joio do trigo. Teremos anos e anos de paz ... creio nisto. Após toda esta tribulação, Deus vai nos permitir viver em paz aqui. Se você não se unir a Ele, poderá estar em uma situação muito difícil. Está na hora de pedir perdão dos pecados. Viva o dia de hoje apenas e deixe que Deus tome conta do amanhã ... quando este dia vai chegar? Não sabemos, só temos a certeza que está muito próximo. Os sinais são claros. Não se preocupem com isto tudo. Apenas tentem ajudar o próximo ... você um dia será feliz. Elevem o pensamento ao Criador. Ele vai nos dar a mão ... não O procurem em outros lugares - Ele está dentro de você.

Bob Marley



Na pequena ilha caribenha nascia um tal de Bob Marley.
Robert Nesta Marley, nascido a 6 de fevereiro de 1945, no vilarejo de Nine Miles, localizado no município de St.Ann, ao norte da ilha. A criação desse menino dos olhos brilhantes coube, num primeiro momento à mãe Cedella Marley a ao avô materno, um myalman(curandeiro que pode afastar todos os maus de uma pessoa). Isso porque o pai, um oficial da marinha inglesa resolveu seguir seu caminho e abandonou a mulher assim que Bob nasceu. Bob também nunca fez questão de conhecer o pai.
O pequeno Marley era dado a travessuras: gostava de cantar e, dizem, tinha o dom da adivinhação - batalhava um trocado lendo as mãos das mulheres da vizinhança.
Quando Bob já tinha 8 anos de idade, Cedella se casou com Toddy Livingstone, já pai de Bunny Livingstone, figura importantíssima na carreira de Bob. Eles se mudaram da pacata Nine Miles para Kingston, capital da Jamaica. Foram morar em TrenchTown, um império de latas, a maior e mais perigosa favela da capital Jamaicana. Apesar de trabalhar como empregada doméstica, Cedella não media esforços para dar a melhor educação possível ao pequeno Marley, e colocou o filho para estudar em uma das melhores escolas particulares de Kingston. Bob ocupava seu tempo livre com suas 2 paixões, o futebol e a música, criando de maneira peculiar, sucessos do rhythm´n´blues americano.
Aos 14 anos, como todo menino do gueto, começa a trabalhar como aprendiz de soldador para ajudar no orçamento da família. Mais isso durou pouco tempo, Bob sofreu um acidente com o maçarico e decidiu investir de vez na sua carreira de cantor(o sonho de sua vida). O destino, então, o colocou de frente com o chinês Leslie Kong, empresário que estava investindo pesado em talentos locais e naquilo que viria a se tornar a Reggae Music. Ainda com 14 anos, Bob Marley grava seu primeiro compacto, "Judge Not". Reza a lenda que Bob Marley passou uma tarde inteira colocando moedas numa jukebox para ouvir sua voz. Aos 16 anos Bob monta o Wailing Wailers, junto com Bunny Livingstone (que adotaria o nome de Bunny Wailer) e seu vizinho e amigo Winston Hubbert McIntosh(mais conhecido como Peter Tosh). Eles trabalhavam seguindo as tendências do Ska e do rhythm´n´blues americano, o grupo emplaca seu primeiro sucesso " Simmer Down", que se tornou o Hino dos moradores de TrenchTown e de topo povo oprimido da capital Jamaicana. Bob Marley se casa com Rita, então vocalista do grupo feminino The Soulettes em 1966. Apesar do sucesso iminente a vida na Jamaica não estava fácil, e Bob decidiu ir morar nos Estados Unidos, mais precisamente no estado da Filadélfia, onde sua mãe já estava morando e trabalhando. Bob Marley começa a trabalhar em uma madereira, mas não esquece a mulher e os amigos do gueto, então 7 meses depois da partida ele esta de volta a Jamaica. A ilha que Bob Marley encontra é totalmente diferente, o pais vive sob o impacto da filosofia rastafari que pregava a volta de todos os negros à África, a negação de todos os prazeres do mundo moderno(chamado de Babilônia).  Tudo isso graças a visita de Ras Tafari Makonnen, que em 1930 se tornou o primeiro imperador negro da África, no pais da Etiópia. Depois de sua coroação Ras Tafari adotou o nome de Hailé Salassié e o título de "Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Leão conquistador da Tribo de Judá". Salassié afirmava ser de uma linhagem sagrada: descendida do casamento do rei judeu Salomão com a rainha de Sabá. A família de Davi, pai de Salomão, gerou nada menos que JESUS CRISTO. Os rastas vêem Salassié como o novo Messias, a reencarnação de Jesus Cristo. A partir dessa visita e da conversão de Bob Marley ao rastafarianismo ele e todos os que acreditavam em Salassié começam a deixar os DreadLocks crescerem. Bob viria a ser o principal pregador da religião rastafari. Sua eterna crença no imperador da Etiópia o transformou no maior símbolo da pregação rasta!. Em 1976 Hailé Salassié é assassinado por seus próprios soldados, abalado com a morte do profeta Bob Marley compõe e lança em poucas horas o single "Jah Live" sucesso absoluto na ilha. Em meio a esse clima Bob lança também Rastaman Vibrations e o super sucesso "War"(discurso de Hailé Salassié na Organização das Nações Unidas(ONU))que Bob transforma em musica.Em uma visita à Europa Bob Marley é apresentado ao filho do imperador Salassié, o príncipe Asfa Wossen, Bob é presenteado com o anel do imperador, feito com pedaços que pertenciam ao místico anel do rei Salomão. Ainda na Europa Bob machuca o pé em uma partida de futebol, o ferimento se transforma em uma perigosa infecção e os médicos sugerem a Bob Marley a amputação do dedo infeccionado. Bob alega motivos religiosos para não se submeter a cirurgia. A infecção progride e toma forma de um câncer que se alastra por todo o corpo do cantor. Em 1980 Bob desmaia durante uma corrida no Central Park, em Nova York. O câncer se alastra para o celebro, pulmões e fígado.
Bob se enterna na clinica do Dr. Josef Issels, na Áustria para um tratamento com bases naturalistas. Sem resultados significativos Bob volta à Miami e sem os tão conhecidos DreadLocks, perdidos durante várias sessões de quimioterapia -, ele morre no dia 11 de maio de 1981. Aos 36 anos, Bob é cremado ao lado de um pote de maconha(erva que utilizava em rituais rastafari) e uma Bíblia aberta. Suas cinzas repousam em St. Ann onde o cantor nasceu.
Conceitos. Eu e essa minha mania de tentar por conceitos em tudo que vejo pela frente. Mas por que ser tão racional, santo Deus? Seria tão mais fácil aceitar e parar de buscarem justificativas e explicações para o motivo de estar aqui. Todos os dias à espera do novo, do que vai surpreender, do que vai fazer valer a pena, sempre em vão. E de que vale viver, afinal? Um busca incessante por uma felicidade que eu nem ao menos sei se existe. Ou se existir, que eu não sei se vou alcançar. Onde está o erro? Em meio a crises existenciais fortíssimas, penso que o erro pode ser justamente a dúvida. Quero me alienar me perder, não mais me encontrar nem encontrar esse turbilhão de pensamentos loucos e soltos que tenho aqui dentro. Uma lavagem cerebral, por favor. Talvez seja só isso. Mas falta. Um vazio maior que eu tenho dentro do peito. Preciso amar. E pode ser que esse excesso do que falta também contribua para minha tristeza. Sim, digo minha. Só eu sei, sinto e entendo. Não há sorriso no rosto que destrua esse “Muro de Berlim dentro de mim”, não há frases feitas que consigam me passar a perna e me fazer acreditar que vai dar certo. Vai dar certo? Quero otimismo, amor, alegria, motivos. Quero tudo e não quero nada, quero a morte ao passo que quero a vida. Alcançar meus ideais, mas eu não tenho ideal. Se os tiver, desconheço. Eu quero me formar ter um emprego, ganhar dinheiro, casar, ter filhos e viver feliz para sempre, mas eu não. Eu não faço questão, nem sempre é isso. Não quero mais ser um vaso vazio, um estereótipo de vida perfeita, dessa vida perfeita que não existe. Dessa vida que talvez nem exista. Vai que seja só um sonho... Quero acordar. Quero acordar num domingo de manhã, numa casinha no campo, sentir o cheiro do verde, olhar pro lado e ver quem eu amo. Não acrescenta nada. Tenho que parar de pensar nos acréscimos, ainda não terminou o primeiro tempo. Se eu pudesse, viraria este jogo. Estou tão confusa que nem sei o que eu quero na verdade, nem o que quero, nem o que posso. Uma fraqueza estranha deixa tudo pra trás e sigo em frente. Circular as pedras não vai tirá-las do caminho. Volto atrás, olho por trás do ombro e tento refazer. Mas o passado fica no passado, meu bem, e o que eu estou dizendo agora era futuro há pouco tempo. Preciso lidar com o tempo, antes que este escorra entres os meus dedos. Já escorre. Ainda pulsa. Algo aqui dentro, vai que eu tenha um coração de verdade. Vai que todo esse gelo que há por fora seja apenas uma fina camada de neve que ficou do primeiro inverno, nada que um verão não possa dar jeito. Só que cansei de esperar o verão, entende? Nada de primavera, verão ou outono. Só inverno. Mudanças. Abraços, beijos, sorrisos sinceros e eu te amos. Alegria. Motivos. Conceitos. Razões... Como estou sendo irracional agora, não posso deixar que essa ânsia de ver que tudo mude tome conta de mim, não posso me perder dentro dessa vontade demasiada, doentia e masoquista de amar. Logo eu, que nunca amei na vida, nada nem ninguém. Logo eu, que nunca admiti na vida ter sentimentos. É tão fácil dizer “logo eu”. Ninguém sabe a dor de ser o que o outro é. Vou anotar num caderninho para nunca mais subestimar a tristeza alheia. Não posso ser a menina mais triste do mundo. É, a menina. Essa autoflagelação não permitiu que eu crescesse perante aos meus olhos. Preciso de ajuda. Não há ninguém pra recorrer. Estou sozinha e não tenho voz pra gritar, não tenho pernas pra correr, não tenho olhos pra enxergar o que está a um palmo de distância da minha realidade, sou apenas uma semente que esqueceu de germinar e que agora talvez seja tarde demais. Nunca é tarde demais, meu rapaz. Pode ser que seja tarde demais, confesso. Meu trem já pode ter saído da estação, eu sei, mas eu não sei, eu só poderei saber de fato se for lá e conferir isso com meus próprios olhos. Mas este receio de ir até lá à toa, de já ter perdido a viagem, só faz com que eu perca mais meu tempo e o tempo não pára, escoa, cai feito cachoeira que segue o rio e deságua no mar. Meu mar de angústias e de gritos silenciosos e desesperados. Perdoe minha incoerência, mas é assim que eu me sinto: incoerente, como um amontoado de palavras soltas sem significado algum. Uma vida inteira “vivida para dentro”, o esboço de algo que pode vir a se tornar algo belo, mas que até o momento só tem significado para o próprio autor. Autor este que não possui nem sequer uma borracha e um lápis para recomeçar e que talvez, por isso, tenha deixado esta história ainda por escrever, esperando o momento certo. O momento certo pode não ser tão certo assim. Veremos !

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O infinito



O PARADOXO QUE APRESENTÁMOS na última crónica surpreendeu vários leitores. Como seria possível dividir um infinito em dois? Como seria possível retirar de um saco uma quantidade infinita de objetos, ficando nele ainda infinitos objetos? E, mais espantoso ainda: como seria possível ir colocando num saco mais objetos do que os que dele vão saindo e, no fim de tudo, o saco ficar vazio ? Não nos devemos surpreender por ficarmos surpreendidos. Afinal, o infinito tem assombrado filósofos, cientistas e matemáticos e tem enganado muitas mentes brilhantes. Galileu, cuja atividade científica celebramos neste Ano Internacional da Astronomia, discutiu vários paradoxos do infinito. Um dos mais simples e ilustrativos considera dois conjuntos, o dos números naturais, isto é 1, 2, 3, …, e o dos seus dobros, isto é, os números pares 2, 4, 6, …. Podemos estabelecer uma correspondência biunívoca entre o primeiro conjunto e o segundo: ao 1 corresponde o 2, ao 2 corresponde o 4, ao 3 corresponde o 6, e por aí adiante. O primeiro conjunto parece ter o dobro de elementos do segundo, porque contém os pares e os ímpares. Mas o facto de podermos estabelecer uma correspondência biunívoca entre cada número e o seu dobro não quer dizer que os dois conjuntos têm o mesmo número de elementos? Ao que parece, foi assim que a humanidade aprendeu a contar. Há milhares de anos, antes ainda da escrita, contavam-se as ovelhas, ou o que fosse, separando tantas pedrinhas, ou fazendo tantas marcas, como ovelhas havia. A correspondência biunívoca entre ovelhas e pedrinhas assegurava que os dois conjuntos tinham o mesmo número de elementos.
Do paradoxo, Galileu concluía que “os atributos de maior, menor e igual não se adequam a infinidades, sobre as quais não se pode dizer que uma é maior, menor ou igual a uma outra” (1638). Passados 250 anos, o matemático alemão Julius Dedekind (1831–1916) partiu dessa ideia para definir o infinito matemático. Segundo Dedekind, um conjunto é infinito se se puder estabelecer uma correspondência biunívoca entre ele e um seu subconjunto. É o caso da correspondência entre o conjunto dos números naturais e o subconjunto dos pares. Estes últimos são também naturais, mas há naturais que não são pares, como bem se sabe.
Um dos paradoxos sobre o infinito mais engraçados é o chamado “Hotel de Hilbert”, que se atribui ao matemático alemão David Hilbert, mas que muito provavelmente saiu da imaginação do físico George Gamow, o primeiro a colocá-lo por escrito. Imagine o leitor que um hotel com um número infinito de quartos está completamente lotado. Nesse hotel é sempre possível arranjar lugar para mais um hóspede. O recepcionista apenas pede ao cliente do quarto 1 para mudar para o quarto 2, ao do quarto 2 para mudar para o quarto 3, e por aí adiante. O hóspede que acabou de chegar toma o quarto 1 e ninguém fica de fora. Mas se há sempre lugar para mais um cliente, também há sempre lugar para mais dois. E se há sempre lugar para mais dois, há sempre lugar para mais três. Os clientes têm apenas que se deslocarem para o quarto situado uns tantos números à frente. Receber de uma vez um número infinito de clientes é mais difícil, mas, se o leitor pensar, encontrará certamente uma solução.
Hotéis de Hilbert são ótimos para uma rede hoteleira. Coitados dos hóspedes, contudo. Não deve ser agradável passar a noite a mudar de quarto.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010



Sunrise and a lifted my head Then I smiled at your picture Sitting next to my bed Sunset and you're feeling ok Coz you smile at the letter That I sent you today And I, can't wait till I see you again. And I, hope they remember when The band played on the 4th of July And you held me on your shoulders Way up high.
You're still there for me where ever that might be and if an ocean lies between us i'll send a message across the sea but you can't sleep tonight though it is alright i believe that you will listen to my song you're with me you've been here all along you've been here all along.  Back then you walk me to school told me to be careful and to follow the rules fast forward and you taught me to drive you gave me the keys and we went for a ride And I, can't wait till I see you again And both say remember when I'm holding on to moments like that
And I know that you're coming back.  All along the way, I keep you in my heart and in my prayers
You'll always be the one who cares the most Counting on the day I see you running out to say I miss you
I miss you.  You're still there for me Where ever there might be And if an ocean lies between us I'll send a message across the sea But you can't sleep tonight Though it is alright I believe that you will listen to my song
You're still there for me Where ever there might be And if an ocean lies between us I'll send a message across the sea  But you can't sleep tonight Though it is alright I believe that you will listen to my song
You're with me Coz you're with me You've been here all along You've been here all along Yeah.  

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

- Descobri que sou idiota

Nos dias de hoje, ser idiota é um privilégio. Os idiotas de hoje são aqueles que conseguem sorrir mesmo quando a dor aperta. São aqueles que ainda dizem eu te amo olhando nos olhos, que valorizam abraços e gostam de andar de mãos dadas. Idiotas são aqueles que crêem num sentimento sincero, que ainda esperam encontrar um amor perfeito. São aqueles que não ligam para o que os outros dizem, eles se dão por completo. Idiota é aquele que pede desculpa mesmo sem ter errado; que pede licença, que dá bom dia, boa tarde, boa noite. Que pergunta "como vai?", "precisa de alguma coisa?", "tá tudo bem?". É aquele que lembra da infância e comemora o quanto foi bom.
Idiota é aquele que ri de si próprio, que brinca de descobrir desenhos em nuvens, que anda descalço e toma banho de chuva. Que estende a mão pra ajudar quem for, que faz o bem sem olhar a quem.
Idiotas se divertem. Idiotas tem amigos. Idiotas amam. Idiotas são felizes !
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